quarta-feira, 28 de março de 2012

O conformismo amordaça pessoas fascinantes

Percebo cada vez mais, o lado conformista das pessoas mais forte como nunca. Pessoas fascinantes, inteligentes, mas com um único problema: O conformismo.
Conformismo é simplesmente, a arte de se acomodar. Não reagir e aceitar passivamente as dificuldades psíquicas...
É normal o ser humano agir dessa forma, as vezes, afinal nós somos seres totalmente ilógicos, (se você não é, repense sobre sua vida).
Mas o que eu realmente quero falar aqui, é que conheço muitas pessoas, que varia de idade à estado, com um intelecto extraordinário, que de um tempo pra cá adquiriu o conformismo, de um jeito tão forte, que transformaram-se em pessoas totalmente sem entusiasmo, dando até desânimo de chegar perto para conversar...
E é engraçado, porque eles sempre têm uma desculpa, são os REIS da desculpa, toda coisinha que acontece, tem alguma coisa na ponta da língua pra explicar porque não deu certo, ou porque não foi, ficam com medo de agir com humildade e serenidade, e acabam isentando de agir, é ai que mora o perigo.
E muitas vezes, nós nos preocupamos tanto com o que acontece ao nosso redor, procuramos estar tão preparados para certos tipos de coisas, que esquecemos de nós mesmos, deixando a saúde psíquica de lado, e bloquiando TOTALMENTE a inteligência, e isso não pode acontecer, não pode mesmo.
Quis escrever falando sobre isso, porque é algo que me deixa pasma, só de pensar que algo como isso, já é resposnável para se tornar uma grande armadilha na nossa vida, nos deixando cego para outros tipos de relações sociais.
Acho essa frase meio auto-ajuda, mas vai encaixar perfeitamente no contexto:
"Os perdedores vêem os raios e se amedrontam, os vencedores vêem a chuva e a oportunidade de cultivar." Já diria o querido A. Cury.

É isso aí galera, vamos revolucionar a qualidade de vida. É para o bem de vocês mesmo.

sexta-feira, 23 de março de 2012

Minha nova brincadeira.

Se do nada eu parar de escrever nesse blog, não estranhem, estou passando por um momento CRÍTICO de esquecimento, sério. Do tipo esquecer o andar que eu moro, e saber que tem duas provas no dia seguinte e só lembrar de estudar para uma, ou então, a pior: esquecer que alguém morreu, e perguntar por ela, deixando todo mundo constrangido e aquele climão no ar...
Acho que somando minhas dores nas costas e essa nova do Alzheimer, dei um pulo quântico, e fui direto pra terceira idade. Só isso explica.
Queria que existisse um alarme em mim, que toda vez que eu fosse esquecer de algo, tocasse uma sirene totalmente irritante, até eu aprender a lembrar das coisas, só pro alarme não tocar nunca mais.
Enfim, acontece, que hoje dei uma olhada na minha casa, e percebi que cheguei no ponto de escrever tudo nos murais do meu quarto, pregar papel na tela do computador, recadinho na geladeira, tudo que me faça ler de 5 em 5 minutos. Me senti até meio triste...
Mas acho que enquanto eu não esquecer de colocar calcinha, ou esquecer um bebê dentro do carro, eu consigo ir levando.

quarta-feira, 14 de março de 2012

Stephen King estará comigo em 2012

Hoje eu vim aqui só pra deixar um post rápido, mas bem interessante.
Já ouviram falar no Stephen King? Creio que muitos conheçam, pois além de ser um ótimo escritor, quase todos os seus livros tornaram-se filmes.
Até aquela série da FOX, The Dead Zone, foi originada do seu livro, que tem o mesmo nome.


Já sabendo que ultimamente estou amando ler fantasias, (embora, a biografia ainda me encanta eternamente), meu irmão desconfiou que certamente eu iria gostar, e no mês passado me presenteou com o primeiro livro do S. King. "Carrie, a estranha"
É um livro, que só de ler e imaginar as cenas, já me deram um calafrio. Foda.
Pena que eu estou muito sem tempo, embora essa coisinha aqui esteja sempre sendo atualizada, (quando entro aqui já tenho o texto pronto na cabeça), mas não vai demorar muito, pra eu ir na livraria do Shopping onde já sou conhecida por todos os vendedores de tanto que eu entro naquele santo lugar, e comprar "O lluminado" e me deliciar. Aliás, quero ler todos os livros dele!

Então, fica aí a dica, pra quem curte ler contos de horror fantástico, eu super recomendo. Beaj!

segunda-feira, 12 de março de 2012

Escondidos

Esses dias andei reparando o meu lado insensível tão forte quanto nunca. Não digo em relação à convivência com as pessoas do meu meio, mas de uma forma bem generalizada aos fatos que me ocorrem.
Antigamente, quando eu era criança, qualquer pessoa chorando na minha frente, já era motivo pra eu soltar o berro a ponto da pessoa ser obrigada a me consolar, cena triste em desenho animado era sinônimo de tardes tristonhas e de reflexão (eu me envolvia de verdade), enfim, me jogava.
Afinal, por que isso mudou? Não vou dar uma de psicóloga agora, até porque não é minha intenção, mas é muito estranho pensar que isso pode estar acontecendo não só pela minha evolução humana...
Trilhões de coisas envolvem esse simples fato. Não acho legal admitir isso, porque sinceramente, não é algo que me orgulha. Mas é o que está acontecendo.
Falar é um erro? Demonstrar é um erro? Claro que não é, mas me vejo esquecendo disso, e vivendo muito o irracional.
E vergonha, não entra no papo, porque comigo não tem essa. Não sei. Ser uma pessoa de observar bastante, e deixar pra falar na hora certa, é complicado, e eu sou assim.
Bom, se eu for ficar citando todos os possíveis motivos, eu não acabo hoje, e quem muito pensa, pouco faz, não é mesmo?
Só queria aprender que, apesar das minhas palavras transmitirem, elas não são os meus sentimentos.

sexta-feira, 9 de março de 2012

Women's Day

Como todos sabem, ontem foi o Dia Internacional da Mulher. Tentei passar aqui pra deixar o post mais original, mas meu dia ainda não tem 30 horas (infelizmente), então, só hoje. Todas as mensagens fofas, flores, frases nas redes sociais, horário político com dedicação especial... Todo o clichê de sempre. Nem vou mentir, eu também me peguei super alegre dando parabéns, e gritando É NOIS TRAVECADA! Mas não passou disso.
"Vocês merecem! Depilação, cólica, menstruação, menopausa, etc" O.k, é tudo isso sim, e até muito mais. Mas já chega desses comentários, né?
Antigamente, nós mulheres não podíamos votar, não éramos valorizadas pelo nosso trabalho, se fizéssemos o mesmo trabalho, óbvio que o salário era menor, tínhamos que cuidar dos 78 filhos... Enfim, era foda. E com certeza, tudo isso, foram os reais motivos para a manifestação que aconteceu em lá em 1857, naquela fábrica em NY.
É claro, que ser mulher e aguentar todas essas merdas que acontecem com o nosso corpo, é muito irritante. Mas se existe algo que nós mulheres realmente não queremos, é sermos lembradas logo no nosso dia, que isso tudo acontece.
Hoje em dia, nós já temos opinião própria, e quando se trata de subir na vida, lutamos sem olhar as barreiras e preconceitos. Mas ainda rola muita coisa por aí, que dá até nojo lembrar...
Pois bem, machos queridos de meu Deus, quando quiserem nos parabenizar pelo nosso dia, lembrem de toda a nossa passagem na vida humana, e toda a nossa evolução, olhem para nós e apenas digam "Parabéns, pelo seu dia", e quando se tratar daqueles OUTROS assuntos, tentem estar lembrando todos os dias, porque diferente do dia 8 de Março, eles não acontecem uma só vez no ano.
Porque eu sei, que lá no fundo, cada uma de nós, se amarra em ser mulher!









segunda-feira, 5 de março de 2012

Coisas que só acontecem com aquela amiga minha.

Sempre a mesma festa, as mesmas pessoas, nada de diferente. Ela já tava de saco cheio, antigamente o que ela considerava uma boa farra, hoje nada mais era do que um ponto de encontro de pessoas que perderam a graça, ir embora (sozinha) e acordar de ressaca, pra variar.
Mas dessa vez foi diferente, a vida quis tirar uma com a cara dela, (ié-ié-ié), e JUSTAMENTE no dia que ela não coloca uma de suas roupas mais bonitas, não capricha no make, o salto já velhinho... Ela avista de longe aquele amigo E pegada em potencial.
Rola aquele papo idiota "e aí, quanto tempo, se eu fosse você nem entrava, a bebida ultimamente tá horrível, um cheiro estranho, pessoas feias, blablablá" E então o convite surge. Como não aceitar? Ela sabia que não tinha uma surpresa boa desse jeito (e como era boa) já fazia um tempinho, não pensou duas vezes e aceitou. Rumo a casa do tal amigo, que dizia morar perto, mas já se passara umas 109 quadras, e nada da merda do Flat aparecer. Chegaram, e de uma forma inteligente que só ele conseguia ser, já preparou alguns drinks e uma música gostosa. Bom, papo vai, drink vem, e o mais provável e inevitável aconteceu.
Noite linda, e amanhecia também um dia lindo, ele teria que viajar logo cedo, mas não teria problema algum, e o único desejo do rapaz foi pedir à ela que ao sair do pequeno apartamento, fechasse a porta com um pouco mais de força, pra ela ficar trancada. Até ai tudo bem.
Café tomado, bilhete escrito, tudo lindo, quando ela já está saindo, dá aquela dor de barriga filha-da-puta, não conseguiu pensar em nada e saiu correndo pro banheiro. Ato realizado, é hora de dá tchau. "COMO ASSIM ESSA MERDA NÃO QUER DESCER?" Calma, para e pensa. Assim como de costume, ideias geniais não lhe faltavam na cabeça.
Ela pegou uma SACOLA PLÁSTICA, aquelas de supermercado mesmo, e vestiu a obra prima. Ufa! Agora sim! Plaft!
Puta que pariu.
A droga do saquinho tinha ficado logo do lado do bilhete dentro de casa. E ela tinha fechado a porta com tudo!
Agora já era, a merda já tava feita (literalmente) e a única coisa que ela queria naquele momento era fugir daquela cidade e nunca mais olhar pro do dono do Flat engraçado.

Bem, mal sabia ela, que com o rapaz de All Star engraçado, ela passaria muitos anos de sua vida.

domingo, 4 de março de 2012

Evolução em passos largos.


Se tornar uma pessoa mais humilde. Isso sempre foi umas das coisas que eu mais idolatrava em mim, e idolatro até hoje. E a busca de tudo isso foi sempre estar a fazer uma autocrítica, (que aprendi desde muito pequena, graças a Deus), a qual todo ser humano deveria fazer, ou pelo menos tentar. Sempre que posso aproveito minhas parcelas de egoísmo, e faço boas perguntas a mim mesma durante um banho sem pressa ou até mesmo enquanto subo correndo as escadas da minha escola com medo de perder a primeira aula.
Até que esses dias, depois de mais uma crise de saudade - crônica – de algumas pessoas, percebi que os meus desejos materialistas, já não eram tão importantes assim, o que me fez pensar que me tornar uma pessoa menos apegada a bens materiais foi toda uma grande consequência de sentir na pele, o que realmente significa saudade. Saudade daquele que me dava um friozinho na barriga quando chegava perto ou saudade daquela amiga que me fazia dar risadas até doer a barriga. Enfim, sentir saudade de dar alguns poucos passos da minha casa, e ter noites inteiras de alegria compartilhada - que contagiava qualquer um que chegasse perto -, que eu tinha e nem percebia o quanto era maravilhosa. Não gosto de ficar me lastimando e não tenho paciência de quem fica também. Mas como diria aquele velho ditado “Pior seria, se pior fosse” (adoro citar ditados, pra dar uma de cool) aproveito toda essa onda de confusão que minha cabeça anda passando, para desfazer-me dessas vaidades, que por toda minha vida me deixou uma pessoa mais fútil e menos inteligente.

Me rendi!

Pois bem, me rendi a essa coisa chamada blog! De tanto gostar de ler, me apaixonei pela escrita - aquela mesmo, barata, que a gente escreve quando não tem nada pra fazer - E aqui vou estar apresentando todas minhas bizarrices cotidianas e dar continuidade a esse mundo louco que existe em cada cabeça. Aqui vai um pouco de mim. Pensamentos reais a histórias fictícias, bobas, que nem eu sei de onde vem. SÓ GAROTOS, este foi o livro que li, que me fez mudar completamente minha ideologia. Uma breve biografia (mais puxada pro romance) da poeta e performer Patti Smith, meu maior ídolo, a qual descreve toda sua empreitada nos anos 70 em NY com seu amante Robert Mapplethorpe, os quais, foram apenas garotos, só garotos.