segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Medo Feliz

Mudou e eu fiquei com medo. Senti os finos fios de cobre quase acabados debaixo dos meus pés e, sem nenhuma importância, eles me fizeram tremer de medo. Acho que eu descobri e entendi...
O medo do medo me joga para muito mais longe em uma velocidade muita mais rápida, do que apenas a velha sensação de medo. 
Estranho isso, mas é. Eu não discuto com ele, não me atrevo de novo, não falo e finjo não conhecer, mas ele me procura quando eu nem lembro mais de mim. O meu pior inimigo está no poder e com papo de louco eu admito que essa montanha-russa me deixa ansiosa e em êxtase.
Ao mesmo tempo que o meu inimigo me deixa nos piores momentos é ele que me motiva a controlar a ansiedade e esperar (com calma) o momento da partida.
O meu tesão não é risco de vida, é apenas o aviso de que eu to no caminho certo. Eu já perdi o rumo de tudo isso aqui, mas aqui fica o meu sim, o meu perfeito sim para o MEU medo, que só me trás utilidades, não se assustem, essas são as minhas boas novas!




quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Vôo ou pouso?

O mundo põe medo mas dá vontade de ir. Não sei onde estou mas sei porque vim. Minha alma catavento. Abro os braços para o tempo. A metrópole assusta. Sozinha em uma cidade superpopulosa. Eu dou meu sangue aqui, fresco, jovem. Espalho gotas em um quadro, deixo rastros na arte.
É hora de jorrar, furar a carne, fundo, descobrindo os músculos, órgãos desconhecidos que moram em mim. Corto meus pedaços, pés, mãos, antebraço. Passo a língua no sangue, tem o gosto dos meus tataravós.
No corpo habita a família. Quero doar, transfundir. Que é a vida se não dermos o sangue? Pulsante, vermelho, inteiro. Auto-sacrifício é a fusão do corpo com o eterno. Deixarei aqui voando as palavras, lâminas prontas para dissecar o espírito de alguém.

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Você tá louco?

Até que faça algum sentido, você será sempre o louco. Ou pelo menos o estranho, que é o que pensam, quando você abre a boca para falar algo, principalmente quando é solto no ar, em palavras curtas e grossas ou delicadas e detalhadas o que mais almeja e envergonha a população, de uma maneira GERAL.
Até que se prove o contrário, para mim é simples: esse negócio de evolução, só ficou nos bens de consumo mesmo. Qualquer que seja a nova versão do tal produto, eles ficam loucos de ansiedade e desejam tanto ao ponto de ser igual a desejar uma outra coisa...
Afinal, quem vai querer fazer algo diferente se o legal mesmo, hoje em dia, é entrar na onda do pensamento igual?
Mas se você decidiu ser do "Roque Enrow", já diria nossa Rita Lee, prepare-se que não vai ser tão fácil como você imagina...
Se você não tiver um mínimo de coerência no que diz, chato, é o apelido mais simples que lhe será atribuído, somando com a tese de que nascemos e morremos sozinhos, nesse caso a probabilidade será aumenta em no mínimo 50%, ninguém gosta de cuidar de velho, ainda mais  velho "louco". Preconceito vem em seguida da falta de respeito e assim nós fechamos a primeira etapa do que você vai encarar, se você optar isso nos dias de hoje. Mas não sinta medo disso, não sinta. O melhor sempre será a cara deles tentando entender o seu mundo.
Ninguém tira de mim a certeza de que o mundo nunca saberá lidar com a sua diferença, seja ela por dentro ou por fora, principalmente. Não deixa a evolução do teu fone ser mais importante do que a tua evolução.
Aumenta o teu limite, seja você mesmo, e verás que ser feliz é bem mais louco do que você passou a vida toda imaginando e desejando.


segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Perdendo o medo

É! Fazia realmente um bom tempo que eu não escrevia aqui. Aqui, porque eu sempre tenho algo escrito seja na minha mente ou em um papel, que por algum motivo chato, eu fico sem vontade de postar e acabo deixando isso aqui totalmente esquecido e desatualizado, mas eu voltei!
Voltei, pra (tentar) explicar de uma forma diferente os motivos de eu não ter vindo antes... Além de ter falado antes que não consegui postar meus textos aqui, simplesmente por não querer, ando muito sem tempo, e não tenho dúvidas de que aquela velha história que a cada fase da nossa vida que passa, nos tornamos uma pessoa cada vez mais sem tempo, para mim com certeza isso se aplica de forma mais intensa, mesmo.
E por isso estar acontecendo, qualquer atitude feita aqui seriam as minhas palavras mais sem sentido e falar de mim, também não faria sentido.
Sempre achei isso e estranhei, mas é verdade. Me conheço o suficiente pra saber cada detalhe de mim, mas confesso que a partir do momento que escrever ou falar sobre esse assunto é proposto a mim, isso se torna um desafio um pouco chato. É uma energia muito forte que circula dentro de mim, e acabo que as vezes fico sem conseguir desenvolver frases para colocar em uma fala tão curta ou até mesmo em ser ditas em um texto bobo de 20 linhas. QUE SEMPRE ficam estranhos, artificiais e bizarros ao ponto de me fazer rir, seja ele meu ou de qualquer outra pessoa.
Sem falar daquelas mini apresentações que somos obrigados a fazer quando chegamos em algum lugar em que ninguém se conhece. A vergonha nunca foi o grande problema para mim, mas sim a vergonha de saber que eu ia acabar falando alguma coisa bem tosca e todo mundo ia ficar com vontade de cair na risada.
Acho que na próxima vez, simplesmente vou falar meu nome, idade e já abrir logo o jogo falando que o que eu estarei fazendo no momento é uma das coisas que eu mais odeio na vida.
Deve ser por isso que eu sempre fico tão boba e espantada quando escuto ou leio aquelas letras tão extensas e profundas que os rappers fazem.
Mas pra quem não gosta de estar se descrevendo e acha que não sabe, até que eu consegui um bom resultado, depois de muita embromação, falar algo de mim, em um texto do meu próprio blog.







terça-feira, 24 de julho de 2012

É melhor ficar calado

Criança é um bicho muito louco, já diria minha avó.
Falo isso, porque toda vez que lembro de alguma história com elas, eu fico me perguntando porque os adultos não param um pouco, para aprender com essas coisinhas.
Dei uma passada na farmácia, minha segunda casa, e durante os poucos minutos que fiquei na fila já me valeu a pena. Logo na minha frente, tinha um moça com um bebê que devia ter menos de 2 anos.
O menino por sinal, muito esperto, tava que não parava de pegar as coisas, até que a mãe começou a fazer perguntas ao filho, querendo exercitar a fala da criança, ficou claro essa intenção, mas o que realmente me chamou atenção não foi isso.
O menino fazia uma cara de quem realmente estava entendendo o que ela falava, mas acho que não se agradava muito com o diálogo com a própria mãe. A mãe toda orgulhosa puxou papo comigo, era impossível não dar atenção à eles, pra falar a verdade, só o bebê me interessava, mas mostrei-me simpática e continuei ali.
E o bebê economizando nas palavras já estava deixando a mãe sem graça, a qual já tinha feito uma propaganda e tanto. Eis que o bebê solta um "xiu, mãe, silêncio"
Eu juro que eu tentei esconder a vontade de ri, mas não consegui. A mãe ficou toda sem graça, terminou de pagar e deu um sorrisinho de tchau, sem graça. 
Mas eu entendi a mãe, afinal, filhos são filhos...
Mas isso tudo me fez lembrar que rolava algo parecido na minha época, uma coisa de me darem água na concha quando eu era criancinha, e eram aquelas mesmo, de cozinha. Eu nunca entendia, mas as pessoas mal chegavam perto de mim, e já faziam o negócio. Padrinho, vó, mãe...
E só depois eu fui entender o porquê daquilo... PARA A CRIANÇA FALAR MAIS RÁPIDO!
Ora bolas, não tinham mais o que inventar, não? Eu tinha quase 3 anos, e as coisas só saiam pela a metade, minha mãe já estava ficando louca e a única coisa que a fonoaudióloga recomendou era que esperasse eu começar a estudar... (Mas, só pra lembrar que eu falava, não era uma criança muda)
E foi simplesmente o que aconteceu, hoje estou aqui, falando pelos os cotovelos, e ainda tem gente que fala que foi por causa da "água na conchinha".

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Solution

They're talking about you, but you're still the same.
They're talking about you, but you know how to control yourself.
They're talking about you, you will know that all is lie.
When this happens, is the time to intensify attitudes, I know, it's hard to explain, but don't let to live your old life that always had the right paths.

These words are for you to use at the time.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Contradição

Sensibilidade nunca foi o forte, mas ferir não é a dela.
Meter a boca no trombone, longe disso, mas ver as coisas se transformarem sozinhas, não é admitido.
Ser espontânea é fácil, mostrar espontaneidade nos sentimentos, difícil.
Muitos se agradam com sua presença, poucos realmente lhe agradam quando estão perto.
Quase nunca está sincronizada com os seus sonhos, mas sempre reconhece-os quando são realizados.
A opinião é forte, mas a realidade não facilita ela se erguer.
Sua maturidade é reconhecida por todos, mas se sente uma eterna criança.
Ri para não chorar, mas quando chora, o riso passa longe.
A consciência na razão é completamente correta, mas no sentimento é quase sempre incorreta.
Não suporta o limite da sociedade, mas odeia a falta de controle da mesma.
Tem capacidade de amar as coisas mais estranhas, que nada mais é, que o normal para ela.
Sabe que algumas coisas não definem moral, mas acredita fielmente que é preciso de um pouco delas, para ser alguém.
Todos vêm a evolução, mas só ela sente a evolução de forma inversa.
Não que seja alguém totalmente pessimista, mas sabe que a decepção será menos mal se for um pouco.
Acredita na mudança das coisas, mas não perde muito tempo na mudança.
Ou seja....
Acredita no clássico do rock.







quarta-feira, 6 de junho de 2012

No fundo, ela ainda me quer bem


Dia sucinto, comum, passaria até despercebido se sua mãe não tivesse dado a ela luz para o mundo - ou se o mundo não tivesse recebido mais luz nesse mesmo momento - há alguns anos. Mas enfim, era seu aniversário.
Ela acordou, mas não de uma vez, aos poucos, sentiu-se por alguns minutos naquela fase pré-consciente pós-sono, misturou parte do que havia sonhado com o ambiente em que estava. Tornou-se ciente de seu corpo, sentiu: boca amarga, olhos sensíveis, corpo ainda adormecido... Era seu aniversário. Acordou, movida por um hábito incessante e rotineiro, espreguiçou-se, jogou a coberta para a beira da cama, e caminhou descalça pelo corredor em direção ao banheiro, coçou os olhos no caminho, e ajeitou o pijama, na porta do banheiro. Ao coçar os olhos, um tanto quanto desatordoada, colocou os pensamentos no lugar, lembrou-se do dia anterior e situou-se no dia atual: expressou o mínimo de ânimo com uma leve movida de canto de boca, que logo se desfez em certo mau-humor matinal. Olhou-se no espelho por um tempo, e conclui que pouco não havia mudado em relação ao ano passado, ela aparentava estar mais velha assim como Avril Lavigne, beirando o rejuvelhecimento. Refletiu, e desceu para o café da manhã, enquanto algo lhe soava a mente bem abstrato.
Desceu as escadas, passando por grande parte dos cômodos da casa, em cada cômodo era felicitada por um de seus familiares, eram tão comuns - as felicitações -, quantos as que recebiam nas redes sociais, agradecia e dissimulava com toda a educação e moral que lhe fora passada, emocionava aos felicitadores.  Mas esperava algo mais, algo inusitado, tão abstrato quanto o que lhe havia soado a mente há pouco.
Dissimulações a parte, continuou seu dia, nada muito diferente da rotina, vagou na internet, escreveu no seu blog, atualizou seus perfis nas redes sociais, teve ideias loucas, conservadoras, revolucionarias, mas nada que tenha ido além de tweets ou post no face. A sensação bluo continuou, era certo desamparo, uma vaga expectativa que ela gostaria que fosse preenchida com acontecimentos. Tomou forma. Tinha letras e sílabas, verbos e substantivos, sujeito e predicado: era uma frase! Uma frase que ela tinha lido em uma conversa com um amigo fazia alguns dias, a frase: “os verdadeiros inventam o tele transporte...”, um tanto quanto pretenciosa e hipócrita, já que ele mesmo não o tinha inventado.
Páginas e atualizações depois, ela percebeu que a hora já era avançada, e o que o dia havia passado, não rápido nem devagar, mas como tudo naquele dia, de forma costumeira, segundo seguido de segundo, minuto seguido de minuto, hora seguida de hora. Ela se decepcionava com seu amigo a cada segundo, minuto ou hora que passava, pois o tele transporte era o que ela ansiava durante o dia todo, tinha até feito planos e arquitetado viagens para os lugares mais inusitados através dele, e ele nem ao menos tinha uma explicação e muito menos um ‘parabéns facebookiano’, que era o mínimo que todos os amigos, conhecidos ou educados haviam feito. O fim do dia chegava, ela ansiava mais a cada atualização de página, não que o tal amigo fosse realmente importante, mas ela estava com uma ideia fixa, que a perturbava tanto quanto seu irmão em dias de hiperatividade.
Sua paciência acabou antes do seu dia, as atualizações das redes sociais já não a distraiam mais, e a decepção havia se misturado com qualquer outro sentimento parecido com a raiva, talvez um pouco mais sutil. Ela se desconectou de tudo, e rumou para cama, seu dia acabou pouco antes do dia realmente se encerar na sua cidade.
Mas seu amigo não era tão indiferente assim, como ela pensou. Enquanto ela se desconectava, exatamente no mesmo horário – pouco antes do fim do dia -, ele havia inventado/descoberto em teoria, o que ela ansiava por todo dia. Ao teoricamente conseguir, ele soltou um grito tão espontâneo e perspicaz quanto o de Arquimedes ao descobrir seu principio, ficou feliz e eufórico, entrou desesperadamente em todas as redes sociais que ambos frequentavam para comunica-la da descoberta, mas ela já não estava online, triste acaso. Ele então pensou um pouco mais, mas não sobre o tele transporte, mas sim sobre o sigilo dele, decidiu não contar a ninguém, nem mesmo a amiga cujo invento fora dedicado, ele achou que o efeito de surpresa seria ainda melhor noutro ano.
Ela chateou-se, desiludiu-se e decidiu-se, amizade que era incerta, para ela agora não passava apenas de mais uma amizade qualquer, e foi assim que ela começou a trata-lo, com a mesma dissimulação e educação com que receberá as felicitações comuns. Ele sentiu o enfado do desprezo, mas achou justo e compreendeu, trabalhou durante todo o novo ciclo que se formou até o próximo aniversário dela, e no ano seguinte, do último espaço que lhe encantava para uma nova jornada, ele foi, e o que era vago no mesmo dia a um ano atrás era tão vivo palpável neste que se sucedeu, ela recebeu a felicitação e a certeza de que a amizade que ela tinha era tão verdadeira quanto o meio que a trouxe até ela, então concluiu concordando: “os verdadeiros inventam o tele transporte...”


(Ao meu mesmo tempo que me toca toda vez que eu leio, me assusta em saber que distante de mim, isso você não tá mesmo. Obrigada por esse presente lindo)



domingo, 3 de junho de 2012

Tocando o terror desde 1996

Pois é, minha gente. Mais um ano passa e minhas peitcholas se aproximam cada vez mais do meu umbigo...
Mas tudo bem, enquanto não precisar lavar a chapa antes de dormir, tá tudo lindo!
Quero estar aqui nesse solo, enquanto eu puder ter crises de riso.

Essa foto ilustra um ENORME ataque de riso que eu tive logo em seguida de acordar, no quarto da minha mãe. Deveria ter uns 3 ou 4 anos. Me lembro perfeitamente do dia, do motivo (não reconhecido) por qual eu soltei essa gargalhada, até de quem era essa blusa gigante. E até desses cachinhos que surgia logo pela manhã que ninguém nunca entendeu.
Na verdade, eu realmente não sei o porque eu ri, eu apenas me lembro de ter visto minha mãe entrar no quarto com a câmera chamando "bibitinha" e... KAKAKAKAKAKA.
Será que eu pensei "que nada a ver a minha mãe entrando no quarto com essa câmera engraçada" Não sei.
Mas continuo igualzinha a foto, rindo em situações ridículas às mais absurdas, causando (constrangimentos) mundo afora.
Adorow. Happy b-day to me!

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Adeus meu rock 'n' roll

Não consigo mais entender porque as pessoas perderam o fio da linha na exposição de suas atitudes. Estamos exatamente no século XXI, e a evolução de todas essas coisas ainda não se tornaram compatível para a nossa sociedade. 
Do que adianta você dar uma ferramenta super moderna para um homem das cavernas? O resultado disso, vocês já podem imaginar, alienação comendo solta.
A vida vem se tornando um grande painel, onde as visualizações estão ligadas somente a pessoas que nunca ti darão bola. Pois bem, será que não vale a pena pensar que daqui um tempo, esse painel tão bonito continuará lá, aguardando o seu olhar crítico, e não só envergonhado?
Sei que se transformar em um extraordinário nos dias de hoje é muito fácil, mas manter isso com certeza é o mais difícil, do mesmo jeito, para todas as outras qualidades. Mas sei também que existe gente pra tudo, e que por isso, eu posso não concordar com nenhuma palavra que disserem, mas defenderei até a morte o direito de dizê-las.
Mas ainda acredito que não seria pedir de mais, para o Sr. planeta Terra (porque até onde eu sei, vida idiota só existe aqui mesmo): 
- Não tens como falar com os seus habitantes, e pedir para serem mais filtrados na exposição de seus atos, que eles praticam neste solo, e lembrar que essa vaidade monstruosa não é tão excitante assim?
Se isso não acontecer, eu também estou aceitando um comprimido ou algo do gênero que me faça dormir durante uns 300 anos, talvez o mundo até lá, seja conforme eu sonho, e que a linha do tempo não exista somente no Facebook.



"Pois é, eu acho que já deu pra perceber
Eu já não posso viver a vida que eu podia viver
Mas é tão doloroso para mim reconhecer'
Meu caro amigo, eu não consigo acompanhar você.


sexta-feira, 11 de maio de 2012

Menina Indira solta o verbo


Ta aqui a entrevista da minha querida Indira!
Pra animar a sexta de vocês! E follow na @Indy_Facho!

Qual sua mulher fruta favorita? Pq?
Acho que a mulher maçã, porque lembro do saudoso Steve Jobs (risos)

Qual seria sua técnica infalível para ganhar um reality show? Pq?
Ser prestativa nos afazares domésticos e falar que tenho um segredo que só irei revelar se for a campeã. O que não é mentira.. Todos gostam disso.

Qual seu tipo de miojo?
Sem tempero e com requeijão.

Qual a bebida que ti da o maior porre? Qual foi a última vez que aconteceu?
Vodka me da os piores porres, certeza. No mês passado.

Valesca popozuda ou Tati quebra barraco? Pq?
Tati. Gosto de ficar na madruga boladona sentada na esquina esperando tu passar altas horas da matina com o esqueCHEGA.

Namoro ou amizade? Pq?
Depende, né? Mas eu gosto muito do meu namoro atualmente, e dosamigo também.

Qual seu beatle favorito? Pq? (Pode ser rolling stone também)
Sir Paul McCartney. Não faz muito tempo que comecei a adorar ele, mas sei lá, super me identifico e queria vender meus móveis pra ir em algum show dele aqui.


Quem você beijaria do mesmo sexo? Não vale Megan Fox. (Se você for gay, do sexo oposto)
Maite Perroni, Anne Hathaway, Audrey Tautou... Megan Fox não entra nessa minha lista, motivo: dedão da mão.

Qual é a pergunta que você sempre sonhou que fizessem pra você?
ESSA! Brinks, a pergunta eu não sei, mas alguma feita pelo Jô Soares, umas coisas bem nonsense, descontraída.

E qual a resposta você daria para ela?
“Jô, eu só queria sua caneca”

Já fez sexo virtual? Com conhecidos ou desconhecidos? Conte detalhes dessa experiência.
Não, fica pra próxima.

O que você acha do doctor Rey? Você pegaria ele? Ele senta na boneca na sua opinião?
Uma passivona! Pegaria ele pra jogar na Augusta. Senta na boneca, no Ken, no lava rápido da HotWheels...

O que você mais repara quando vai stalkear alguém?
Em tudo. Faço o stalk completo no que for possível.. Ah, e o meu pai é super stalk na minha vida sabia? Stalkeia sem pena e sem dó. Medo.

E o que você mais repara no corpo humano de uma pessoa? (Independente do sexo)
Nariz e boca. Eu avalio as pessoas reparando nisso e poucas vezes me enganei. SÉRIO!

Você acha que o Michael Jackson morreu? Pq?
Eu acho que não, hein.  Deve ter uma casa like a BBB só que dos mortos que não morreram(?) curtindo a vida adoidado, usando cueca bege e colocando o dedo no nariz sem medo de paparazzis e afins.

Qual música é feita pra tombar a calcinha?
I knew I’ll never leave – The Zutons é feita especialmente para o ato.

O que você quer ser quando crescer?
Grande não porque eu já sou, (risos). Parafraseando um dos filmes que mais gosto; “Quero casar, ter filhos e fazer teatro”

Me da uma dica bem boa.
Mistura suco de limão com groselha e seja feliz! Beijo!







segunda-feira, 30 de abril de 2012

Mais uma meta perdida.

Deve existir algo na vida que nunca ti deixará fazer planos. Ou pelo menos, nunca ti deixará realizá-los.
A frequência com que nós queremos sempre planejar as coisas, deve ser algo perigoso, para que seja sempre interrompido por outras coisas, e que demora anos para a gente assumir que foi melhor assim, ou apenas aceitar calados. Quantas coisas eu quis para mim, planejei, e nos quarenta e cinco do último tempo, tudo deu uma puta revira volta, e eu fui parar em um lugar tão diferente de tudo que eu sonhava e esperava. Nem sei dizer se é legal assim ou não. Só consigo ver que isso tudo é simplesmente bizarro. Mas há quem defenda e diga com todas as letras que assim sempre será melhor, afinal, vocês sabem como é ser humano, tudo que lhe traga prazer imediato, nós iremos abrir a boca para falar que foi maravilhoso, esquecendo de tudo que aconteceu.
Fazer planos é fácil, até uma criança tem essa incrível capacidade, mas difícil mesmo é realizá-los. O papo aqui tá longe de ser o clichê do "foco, força e fé". Mas é que vivemos em um mundo tão personalizado e avançado, que realizar algo que você sempre sonhou, se tornou uma missão possível e ao mesmo tempo impossível, já que nós só conseguimos visualizar mudanças em um tempo tão pequeno. 
O homem tornou-se extremamente capaz de chegar a suas metas, mas ao mesmo tempo, alguém frágil e abalável a qualquer tipo de mudança. Pra que se preocupar, se ele tem a certeza, que o seu "Plano B" supre todas suas necessidades?
Proatividade é algo que todos deveriam ter, mas a partir do momento em que ela vira uma desculpa, para que você desista do seu principal foco, partindo para o mais fácil, que já está garantido a tempos do seu lado, ela se tornará o principal vilão da sua história. 
E felicidade? Bom, isso é apenas mais uma palavra que MAIS UMA VEZ o homem supriu através da ciência e não soube protegê-la devidamente.



sábado, 21 de abril de 2012

Replay


Eu tenho a conciência perfeita de que sua mente está mais longe do que eu possa imaginar e mais complicada do que você consiga entender e suportar, mas não tenho o controle de parar de me preocupar. Mas na verdade está rolando (e rolou) um puro egoísmo.
Egoísmo, de querer apenas acompanhar o lado triste da história e ter vergonha de assumir a si mesma, que na felicidade eu não consegui estar por perto.
Não me culparei por esses desandeios, nem colocarei culpa no mundo, foi apenas um fracasso. Mas lembre-se que agora desejo virar o globo e visualizar tudo, de um ângulo diferente, eu prometo.
Só que para isso acontecer, vou precisar do seu consentimento e da sua calma, para caminhar com cuidado e voltar a fazer parte do seu livro.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Você precisou do seu tempo

E se eu levar a vida com sofreguidão demais, ela me levaria à morte?
Ele deu o último gole do pouco vinho que restava na taça e me respondeu friamente: "Sim, arrisque fazer isso, e você se verá totalmente perdida." 
Senti que ele ainda tinha algo para me falar, e insisti em que ele continuasse o discurso barato naquela sala fria, e então ele decidiu continuar.
Falou do tempo. De que quando perseguido como um bandido, se comporta como um bandido, e que está sempre uma fronteira ou uma sala na nossa frente, mudando de nome e de cor de cabelo para nos enganar, saindo pela porta dos fundos do hotel no mesmo instante em que nós chegamos ao lobby com nosso mais recente mandado de busca, deixando apenas um cigarro aceso no cinzeiro como provocação.
A única coisa que consegui fazer naquele momento foi olhar para ele. O que ele acabara de falar tinha uma coerência que me intrigava, mas não poderia simplesmente ignorar tudo aquilo, eu me identificava com cada palavra que saiu da sua boca.
Ele passou as mãos nos cachos e terminou com bastante entusiasmo: "Sacolão, existe um determinado momento em que você precisa parar porque ele não vai parar. Você precisa reconhecer que não vai pegá-lo. Que a ideia não é pegá-lo. Em um determinado momento você precisa relaxar, ficar sentado e deixar o contentamento vir até você."
Bati de frente e logo concordei com o que ele falava, mas assumi que isso deveria ser provavelmente uma das coisas mais difíceis de se colocar em prática.
Foi só me calar que já ouvi o seu sotaque italiano: "Ora mais, pois fique sentada bem quietinha agora e ponha um fim à sua participação incessante. Veja o que acontece."
(Isso seria o fim do universo! O que eu faria com a minha energia?)
Essa foi a última vez que o vi.
Mas tenho certeza, que se eu pudesse inverter esses conselhos naquela noite, eu inverteria. Você precisou muito mais do que eu.


quarta-feira, 28 de março de 2012

O conformismo amordaça pessoas fascinantes

Percebo cada vez mais, o lado conformista das pessoas mais forte como nunca. Pessoas fascinantes, inteligentes, mas com um único problema: O conformismo.
Conformismo é simplesmente, a arte de se acomodar. Não reagir e aceitar passivamente as dificuldades psíquicas...
É normal o ser humano agir dessa forma, as vezes, afinal nós somos seres totalmente ilógicos, (se você não é, repense sobre sua vida).
Mas o que eu realmente quero falar aqui, é que conheço muitas pessoas, que varia de idade à estado, com um intelecto extraordinário, que de um tempo pra cá adquiriu o conformismo, de um jeito tão forte, que transformaram-se em pessoas totalmente sem entusiasmo, dando até desânimo de chegar perto para conversar...
E é engraçado, porque eles sempre têm uma desculpa, são os REIS da desculpa, toda coisinha que acontece, tem alguma coisa na ponta da língua pra explicar porque não deu certo, ou porque não foi, ficam com medo de agir com humildade e serenidade, e acabam isentando de agir, é ai que mora o perigo.
E muitas vezes, nós nos preocupamos tanto com o que acontece ao nosso redor, procuramos estar tão preparados para certos tipos de coisas, que esquecemos de nós mesmos, deixando a saúde psíquica de lado, e bloquiando TOTALMENTE a inteligência, e isso não pode acontecer, não pode mesmo.
Quis escrever falando sobre isso, porque é algo que me deixa pasma, só de pensar que algo como isso, já é resposnável para se tornar uma grande armadilha na nossa vida, nos deixando cego para outros tipos de relações sociais.
Acho essa frase meio auto-ajuda, mas vai encaixar perfeitamente no contexto:
"Os perdedores vêem os raios e se amedrontam, os vencedores vêem a chuva e a oportunidade de cultivar." Já diria o querido A. Cury.

É isso aí galera, vamos revolucionar a qualidade de vida. É para o bem de vocês mesmo.

sexta-feira, 23 de março de 2012

Minha nova brincadeira.

Se do nada eu parar de escrever nesse blog, não estranhem, estou passando por um momento CRÍTICO de esquecimento, sério. Do tipo esquecer o andar que eu moro, e saber que tem duas provas no dia seguinte e só lembrar de estudar para uma, ou então, a pior: esquecer que alguém morreu, e perguntar por ela, deixando todo mundo constrangido e aquele climão no ar...
Acho que somando minhas dores nas costas e essa nova do Alzheimer, dei um pulo quântico, e fui direto pra terceira idade. Só isso explica.
Queria que existisse um alarme em mim, que toda vez que eu fosse esquecer de algo, tocasse uma sirene totalmente irritante, até eu aprender a lembrar das coisas, só pro alarme não tocar nunca mais.
Enfim, acontece, que hoje dei uma olhada na minha casa, e percebi que cheguei no ponto de escrever tudo nos murais do meu quarto, pregar papel na tela do computador, recadinho na geladeira, tudo que me faça ler de 5 em 5 minutos. Me senti até meio triste...
Mas acho que enquanto eu não esquecer de colocar calcinha, ou esquecer um bebê dentro do carro, eu consigo ir levando.

quarta-feira, 14 de março de 2012

Stephen King estará comigo em 2012

Hoje eu vim aqui só pra deixar um post rápido, mas bem interessante.
Já ouviram falar no Stephen King? Creio que muitos conheçam, pois além de ser um ótimo escritor, quase todos os seus livros tornaram-se filmes.
Até aquela série da FOX, The Dead Zone, foi originada do seu livro, que tem o mesmo nome.


Já sabendo que ultimamente estou amando ler fantasias, (embora, a biografia ainda me encanta eternamente), meu irmão desconfiou que certamente eu iria gostar, e no mês passado me presenteou com o primeiro livro do S. King. "Carrie, a estranha"
É um livro, que só de ler e imaginar as cenas, já me deram um calafrio. Foda.
Pena que eu estou muito sem tempo, embora essa coisinha aqui esteja sempre sendo atualizada, (quando entro aqui já tenho o texto pronto na cabeça), mas não vai demorar muito, pra eu ir na livraria do Shopping onde já sou conhecida por todos os vendedores de tanto que eu entro naquele santo lugar, e comprar "O lluminado" e me deliciar. Aliás, quero ler todos os livros dele!

Então, fica aí a dica, pra quem curte ler contos de horror fantástico, eu super recomendo. Beaj!

segunda-feira, 12 de março de 2012

Escondidos

Esses dias andei reparando o meu lado insensível tão forte quanto nunca. Não digo em relação à convivência com as pessoas do meu meio, mas de uma forma bem generalizada aos fatos que me ocorrem.
Antigamente, quando eu era criança, qualquer pessoa chorando na minha frente, já era motivo pra eu soltar o berro a ponto da pessoa ser obrigada a me consolar, cena triste em desenho animado era sinônimo de tardes tristonhas e de reflexão (eu me envolvia de verdade), enfim, me jogava.
Afinal, por que isso mudou? Não vou dar uma de psicóloga agora, até porque não é minha intenção, mas é muito estranho pensar que isso pode estar acontecendo não só pela minha evolução humana...
Trilhões de coisas envolvem esse simples fato. Não acho legal admitir isso, porque sinceramente, não é algo que me orgulha. Mas é o que está acontecendo.
Falar é um erro? Demonstrar é um erro? Claro que não é, mas me vejo esquecendo disso, e vivendo muito o irracional.
E vergonha, não entra no papo, porque comigo não tem essa. Não sei. Ser uma pessoa de observar bastante, e deixar pra falar na hora certa, é complicado, e eu sou assim.
Bom, se eu for ficar citando todos os possíveis motivos, eu não acabo hoje, e quem muito pensa, pouco faz, não é mesmo?
Só queria aprender que, apesar das minhas palavras transmitirem, elas não são os meus sentimentos.

sexta-feira, 9 de março de 2012

Women's Day

Como todos sabem, ontem foi o Dia Internacional da Mulher. Tentei passar aqui pra deixar o post mais original, mas meu dia ainda não tem 30 horas (infelizmente), então, só hoje. Todas as mensagens fofas, flores, frases nas redes sociais, horário político com dedicação especial... Todo o clichê de sempre. Nem vou mentir, eu também me peguei super alegre dando parabéns, e gritando É NOIS TRAVECADA! Mas não passou disso.
"Vocês merecem! Depilação, cólica, menstruação, menopausa, etc" O.k, é tudo isso sim, e até muito mais. Mas já chega desses comentários, né?
Antigamente, nós mulheres não podíamos votar, não éramos valorizadas pelo nosso trabalho, se fizéssemos o mesmo trabalho, óbvio que o salário era menor, tínhamos que cuidar dos 78 filhos... Enfim, era foda. E com certeza, tudo isso, foram os reais motivos para a manifestação que aconteceu em lá em 1857, naquela fábrica em NY.
É claro, que ser mulher e aguentar todas essas merdas que acontecem com o nosso corpo, é muito irritante. Mas se existe algo que nós mulheres realmente não queremos, é sermos lembradas logo no nosso dia, que isso tudo acontece.
Hoje em dia, nós já temos opinião própria, e quando se trata de subir na vida, lutamos sem olhar as barreiras e preconceitos. Mas ainda rola muita coisa por aí, que dá até nojo lembrar...
Pois bem, machos queridos de meu Deus, quando quiserem nos parabenizar pelo nosso dia, lembrem de toda a nossa passagem na vida humana, e toda a nossa evolução, olhem para nós e apenas digam "Parabéns, pelo seu dia", e quando se tratar daqueles OUTROS assuntos, tentem estar lembrando todos os dias, porque diferente do dia 8 de Março, eles não acontecem uma só vez no ano.
Porque eu sei, que lá no fundo, cada uma de nós, se amarra em ser mulher!









segunda-feira, 5 de março de 2012

Coisas que só acontecem com aquela amiga minha.

Sempre a mesma festa, as mesmas pessoas, nada de diferente. Ela já tava de saco cheio, antigamente o que ela considerava uma boa farra, hoje nada mais era do que um ponto de encontro de pessoas que perderam a graça, ir embora (sozinha) e acordar de ressaca, pra variar.
Mas dessa vez foi diferente, a vida quis tirar uma com a cara dela, (ié-ié-ié), e JUSTAMENTE no dia que ela não coloca uma de suas roupas mais bonitas, não capricha no make, o salto já velhinho... Ela avista de longe aquele amigo E pegada em potencial.
Rola aquele papo idiota "e aí, quanto tempo, se eu fosse você nem entrava, a bebida ultimamente tá horrível, um cheiro estranho, pessoas feias, blablablá" E então o convite surge. Como não aceitar? Ela sabia que não tinha uma surpresa boa desse jeito (e como era boa) já fazia um tempinho, não pensou duas vezes e aceitou. Rumo a casa do tal amigo, que dizia morar perto, mas já se passara umas 109 quadras, e nada da merda do Flat aparecer. Chegaram, e de uma forma inteligente que só ele conseguia ser, já preparou alguns drinks e uma música gostosa. Bom, papo vai, drink vem, e o mais provável e inevitável aconteceu.
Noite linda, e amanhecia também um dia lindo, ele teria que viajar logo cedo, mas não teria problema algum, e o único desejo do rapaz foi pedir à ela que ao sair do pequeno apartamento, fechasse a porta com um pouco mais de força, pra ela ficar trancada. Até ai tudo bem.
Café tomado, bilhete escrito, tudo lindo, quando ela já está saindo, dá aquela dor de barriga filha-da-puta, não conseguiu pensar em nada e saiu correndo pro banheiro. Ato realizado, é hora de dá tchau. "COMO ASSIM ESSA MERDA NÃO QUER DESCER?" Calma, para e pensa. Assim como de costume, ideias geniais não lhe faltavam na cabeça.
Ela pegou uma SACOLA PLÁSTICA, aquelas de supermercado mesmo, e vestiu a obra prima. Ufa! Agora sim! Plaft!
Puta que pariu.
A droga do saquinho tinha ficado logo do lado do bilhete dentro de casa. E ela tinha fechado a porta com tudo!
Agora já era, a merda já tava feita (literalmente) e a única coisa que ela queria naquele momento era fugir daquela cidade e nunca mais olhar pro do dono do Flat engraçado.

Bem, mal sabia ela, que com o rapaz de All Star engraçado, ela passaria muitos anos de sua vida.

domingo, 4 de março de 2012

Evolução em passos largos.


Se tornar uma pessoa mais humilde. Isso sempre foi umas das coisas que eu mais idolatrava em mim, e idolatro até hoje. E a busca de tudo isso foi sempre estar a fazer uma autocrítica, (que aprendi desde muito pequena, graças a Deus), a qual todo ser humano deveria fazer, ou pelo menos tentar. Sempre que posso aproveito minhas parcelas de egoísmo, e faço boas perguntas a mim mesma durante um banho sem pressa ou até mesmo enquanto subo correndo as escadas da minha escola com medo de perder a primeira aula.
Até que esses dias, depois de mais uma crise de saudade - crônica – de algumas pessoas, percebi que os meus desejos materialistas, já não eram tão importantes assim, o que me fez pensar que me tornar uma pessoa menos apegada a bens materiais foi toda uma grande consequência de sentir na pele, o que realmente significa saudade. Saudade daquele que me dava um friozinho na barriga quando chegava perto ou saudade daquela amiga que me fazia dar risadas até doer a barriga. Enfim, sentir saudade de dar alguns poucos passos da minha casa, e ter noites inteiras de alegria compartilhada - que contagiava qualquer um que chegasse perto -, que eu tinha e nem percebia o quanto era maravilhosa. Não gosto de ficar me lastimando e não tenho paciência de quem fica também. Mas como diria aquele velho ditado “Pior seria, se pior fosse” (adoro citar ditados, pra dar uma de cool) aproveito toda essa onda de confusão que minha cabeça anda passando, para desfazer-me dessas vaidades, que por toda minha vida me deixou uma pessoa mais fútil e menos inteligente.

Me rendi!

Pois bem, me rendi a essa coisa chamada blog! De tanto gostar de ler, me apaixonei pela escrita - aquela mesmo, barata, que a gente escreve quando não tem nada pra fazer - E aqui vou estar apresentando todas minhas bizarrices cotidianas e dar continuidade a esse mundo louco que existe em cada cabeça. Aqui vai um pouco de mim. Pensamentos reais a histórias fictícias, bobas, que nem eu sei de onde vem. SÓ GAROTOS, este foi o livro que li, que me fez mudar completamente minha ideologia. Uma breve biografia (mais puxada pro romance) da poeta e performer Patti Smith, meu maior ídolo, a qual descreve toda sua empreitada nos anos 70 em NY com seu amante Robert Mapplethorpe, os quais, foram apenas garotos, só garotos.